
Existe uma grande distância entre a expectativa e a realidade. Às vezes a expectativa é alta, mas a realidade não chega nem perto. Mas também pode ser que a realidade seja maior do que a expectativa.
Vamos pensar numa criança que quando pequena manifesta o desejo de ser astronauta, médico, bombeiro, professor, e tudo isso de uma vez. A expectativa dela é altíssima, mas a realidade será outra. Dificilmente ela alcançará todas essas profissões, não por incapacidade dela, mas porque só temos 24h num dia. Não dá pra fazer tudo isso. É humanamente impossível.
Veja o que diz o Salmo 52 no verso 9: "Sempre te louvarei, porque assim o fizeste; na presença dos teus fiéis, esperarei no teu nome, porque é bom."
O texto fala de uma expectativa e uma excelente expectativa, que é louvar o Senhor pra sempre. Mas a realidade é essa? Nem sempre! Então surge a outra questão: deveríamos então ajustar a expectativa para algo mais baixo, mas real? Creio que não!
Eu chamo esse tipo de expectativa, de expectativa ideológica. Ou seja, por mais que seja algo difícil de alcançar, não podemos pensar em algo menor do que isso. Isso precisa ser tratado como um alvo, um ideal.
Nem sempre a gente louva a Deus o tempo todo, mas deveria. Quer na alegria ou na tristeza, nos momentos bons ou na angústia máxima, Deus precisa ser louvado. Este é o alvo. Que mais do que uma expectativa, ele também seja realidade.
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