
Existem dúvidas corriqueiras como: o que fazer hoje? O que comer? Mas existem dúvidas mais complexas do tipo: será que meu casamento não teria acabado de eu tivesse feito isso? Meu filho ainda estaria comigo se eu o tivesse corrigido? E se eu tivesse dado aquele remédio, será que ainda estaria vivo?
A dúvida não é divina, ela corrói, adoece, mata. Deus, pelo contrário, não nos ensina a duvidar, mas a confiar, a olhar pra Ele, porque isso cura. A confiança tira todo medo e angústia do coração.
Veja o que diz o Salmo 62 no verso 8: "Confie nele em todo tempo, ó povo; derrame diante dele o seu coração. Deus é o nosso refúgio."
O salmista ensina o que fazer: "derrame o coração diante dele". Derramar o coração é sinal de confissão, de fraqueza, mas também é sinal de tratamento da dúvida, do medo, da angústia.
Caminhar com Deus é exigente em muitos sentidos, mas talvez nessa caminhada não haja luta tão grande quanto a luta travada contra a dúvida.
Se em algum momento a dúvida aparecer, abra seu coração diante de Deus e confie Nele. Só não deixe a dúvida criar raízes. Arrancá-la do coração enquanto ainda é um broto é mil vezes mais fácil do que quando ela se torna uma árvore cheia de raízes.
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