
"Não foi a AGI que mudou tudo. Foi o que nós começamos a “ouvir” por conta dela.
Deixa eu voltar um pouco no tempo. Mais ou menos uns oito anos. Em 2030, quando a inteligência geral artificial finalmente virou realidade, a relação das pessoas com as Ais já tinha mudado bastante. Da euforia dos longínquos 2022 com as primeiras generativas, aos agentes que vieram na sequência, passando pelos estragos que os famosos segundos cérebros tinham provocado nos cérebros em formação da juventude, a montanha-russa da tecnologia mais disruptiva já criada pelo homem, tinha gerado impactos sem precedentes. Especialmente no mercado. Muita gente tinha perdido dinheiro, muito gestor tinha perdido o emprego tentando justificar o ROI de projetos hiperdimensionados. A bolha estourou com um barulho surdo, que reverbera até hoje. E claro, que todo mundo fingiu que não estava vendo o que iria acontecer para garantir os últimos tokens antes do colapso. "
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Áudio artigo da coluna de Fred Gelli para a Fast Company Brasil: https://fastcompanybrasil.com/coluna/e-se-as-baleias-tiverem-razao/
Ficha Técnica: Narração: Fred Gelli / Trilha Original, Captação, Edição de áudio: Felipe Habib - Oitooto estúdio / Comunicação, Mkt e Marca: Luiza Magalhães, Bruno Cesar e Marcelo Cândido / Assessoria: Flávia Nakamura / Fast Company Brasil: Mari Castro.
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