
No Dia Mundial da Investigação Oncológica, olhamos para um paradoxo: a ciência está a avançar, os tratamentos são cada vez mais eficazes e Portugal apresenta uma sobrevivência a cinco anos de cerca de 66% dos doentes diagnosticados com cancro, mas continuam a existir desigualdades no acesso, atrasos no diagnóstico e pressões sobre a capacidade de resposta do SNS.
A investigação está a salvar mais vidas, mas sente que Portugal está a conseguir transformar esse conhecimento em cuidados rápidos e eficazes para todos?
Faltam médicos, enfermeiros e recursos em algumas áreas da oncologia. Esta deve ser uma prioridade nacional?
Já teve uma experiência pessoal ou familiar com o cancro? O que funcionou bem e o que falhou no acompanhamento?
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