
O superávite português e a “a lição de 2008” que está entranhada: “O país não pode viver eternamente com o Estado endividar-se”
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário.
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