
Sobre o assunto da semana, não há muito a dizer. Uma calamidade não se discute, lamenta-se. Só depois do socorro às vítimas será tempo de analisar o comportamento dos poderes públicos. Enquanto isso, vamos observando o comportamento dos candidatos, numa altura em que decorre a campanha para a segunda volta das presidenciais. No debate televisivo que pôs frente-a-frente Seguro e Ventura, imperou a cautela. Ventura só por uma vez usou a palavra “bandalheira”. E lançou uma proposta de que se arrependeu pouco tempo depois: que o procurador-geral da República passe a ser escolhido pela “corporação” dos magistrados do Ministério Público. Uma correcção à proposta do Chega, no Parlamento, para que a escolha seja do Presidente da República. Contraditório? Mais contradição, menos contradição, quem é que ainda está a contabilizar? Por exemplo, o número de tachos autárquicos do partido que se insurge contra o “tachismo”.
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