
Pedro Siza Vieira: “Trump tornou-se um activo tóxico e o governo português colou-se demasiado ao presidente americano”
Trump saiu como um balão cheio de Pequim, tantos foram os salamaleques que lhe dispensou o regime chinês. Agradecido com a promessa de Xi Jinping de não enviar armas para o Irão, ouviu como contrapartida o presidente da China avisá-lo para não se meter na questão de Taiwan e respondeu que não anda à procura de conflitos. Quem diria?
O Air Force One tinha aterrado há pouco tempo em Washington, e em Moscovo já se anunciava que também Putin ia a Pequim. Central em toda esta história, Xi nem precisa de sair de casa para mostrar que a sua diplomacia está a bater aos pontos a diplomacia norte-americana.
Por cá, a reboque da reforma do Estado, fala-se de milhões e de vistos, mais de um tribunal e de usurpação de funções. Enquanto isso, a reforma laboral correu veloz da falta de acordo na Concertação Social para a aprovação no Conselho de Ministros e daí para o Parlamento. Quem vai aprovar?
Satisfeito com o caminho percorrido, Montenegro vai fazer-se reeleger líder do PSD e continuar primeiro-ministro, fazendo a equiparação entre o Chega e o PS, aplicando aos dois partidos o “não é não”.
Está com o Bloco Central, uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia. A sonoplastia é de Gustavo Carvalho e a música do genérico é de Manuel Siza Vieira.
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