
Segurança nacional ou ambição imperial? O plano de Trump para a Gronelândia explicado
Aos habituais comentadores residentes Ana Cavalieri e João Maria Jonet, este sábado junta-se Marcos Farias Ferreira, professor de Relações Internacionais, em mais uma edição do Elefante na Sala em podcast. Donald Trump voltou a pressionar aliados europeus ao admitir o uso de tarifas comerciais contra países que não apoiem o controlo norte-americano da Gronelândia. Em declarações na Casa Branca, o Presidente dos EUA justificou a ameaça com razões de segurança nacional, afirmando que a posse formal da ilha é “essencial” para contrariar a influência da China e da Rússia e garantir acesso a recursos estratégicos no Ártico. A Gronelândia é um território semiautónomo da Dinamarca, membro da NATO, onde os EUA já mantêm uma base militar, mas Copenhaga e as autoridades locais rejeitam qualquer ideia de venda ou anexação. A novidade está no uso explícito de instrumentos económicos como arma diplomática, algo inédito neste dossiê. A reação europeia tem sido firme, enquanto no próprio Congresso norte-americano cresce a oposição à aquisição do território, vista como uma ameaça às alianças históricas. O Elefante na Sala foi emitido a 17 de janeiro na SIC Notícias.
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