
Marques Lopes considera que o acordo “foi mau para o PS e para o país”; Siza Vieira diz que “o PS ficar de fora é que seria mau para o país”
Há uma paz relativa no Médio Oriente que resulta de um acordo de cessar-fogo no Golfo e de uma ocupação continuada por parte de Israel no Líbano. Na realpolitik, para o resto do mundo, o que importa é que volta a ser possível circular pelo estreito de Ormuz. Trump dirá sempre que venceu, mas toda a gente sabe que as negociações de paz se fazem, a partir desta sexta-feira, com um plano com 10 pontos apresentado pelo Irão.
No domingo, os húngaros vão às urnas e existe uma possibilidade de Orbán ser derrotado ao fim de 16 anos consecutivos no poder. Estados Unidos, Rússia e China fazem o que podem para evitar a derrota do seu cavalo de Tróia na União Europeia, mais interessada na vitória de um dissidente do Fidesz, Peter Magyar.
Por cá, a primeira Presidência Aberta de António José Seguro teve de competir em atenção mediática com a geopolítica global, mas também com a geometria parlamentar numa novela de listas de nomes para a eleição dos órgãos externos.
Bloco Central é uma conversa entre o Pedro Marques Lopes e o Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de Gustavo Carvalho.
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