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Companhia das Letras

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195 Episódios

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    #163 - Especial 80 anos de Sérgio Sant'Anna

    57:42

    Sérgio Sant’Anna, que nos deixou em 2020, completaria 80 anos em outubro deste ano. Ele publicou mais de 20 livros em vida, passeou por todos os gêneros e formas, foi traduzido para muitas línguas e viu seus textos serem adaptados para o teatro e para o cinema. * Em agosto, foi publicado o livro que marca a despedida de Sant’Anna: “A dama de branco”. Organizado por Gustavo Pacheco, o volume é composto por dezessete contos – que tratam da solidão, da memória, do desejo e da própria escrita – e uma novela, que estava em vias de ser terminada. * No episódio deste domingo da Rádio Companhia — o podcast da Companhia das Letras —, reproduzimos um bate-papo especial em homenagem às oito décadas de Sant’Anna. André Sant’Anna, escritor, roteirista e filho de Sérgio, reúne-se com Bia Lessa, atriz e diretora, e o antropólogo, escritor e tradutor Gustavo Pacheco para falar sobre o legado do autor, referência incontornável para gerações de escritores e leitores. * Saiba mais sobre “A dama de branco”: No Rio de Janeiro do início da quarentena, o narrador passou a observar uma vizinha que saía de madrugada para dar uma volta no estacionamento a céu aberto. Embora ela não soubesse que estava sendo acompanhada, uma estranha cumplicidade se estabeleceu entre os dois, e sua presença simbolizava a promessa de um encontro arrebatador, ao mesmo tempo em que representava a morte pairando ao redor. * Apresentação e edição: Paulo Júnior
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    #162 - Uma conversa sobre "Complô contra a América" e "Nêmesis", de Philip Roth

    52:18

    Um homem famoso concorre à presidência dos Estados Unidos e dá uma guinada à extrema direita, flertando abertamente com o nazismo e mergulhando a nação em um medo perpétuo ao perseguir minorias e trazer o caos social. Algo nessa história parece familiar? * Estamos falando de “Complô contra a América”, romance de 2005 em que o escritor Philip Roth imagina os Estados Unidos governados pelo aviador antissemita Charles Lindbergh. O medo perpétuo de que nos fala Philip Roth retornou pouco tempo depois em seu último livro, “Nemesis”. O romance é um retorno a Newark dos anos 40, em meio a uma epidemia de poliomielite. * No episódio deste domingo da Rádio Companhia — o podcast da Companhia das Letras —, Juliana de Albuquerque, escritora e colunista da Folha de S.Paulo, e Isadora Sinay, doutora em Literatura Judaica pela USP, refletem sobre a importância e as nuances desses dois romances que dialogam com os tempos atuais. * Saiba mais sobre “Complô contra a América”: Publicado originalmente em 2004, este romance caminha na contramão da atmosfera realista que costuma cercar a obra de Philip Roth: logo no primeiro parágrafo, o leitor se dá conta de que a ação transcorre no tempo em que o aviador Charles Lindbergh — o primeiro a atravessar o Atlântico a bordo de um avião - foi presidente dos Estados Unidos. Essa época, como se sabe, nunca existiu. O aviador é um ardoroso defensor da Alemanha nazista, um homem para quem os Estados Unidos deveriam se defender da "diluição nas raças estrangeiras". A vida da família Roth — e, potencialmente, o mundo — nunca mais será como antes.
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    #161 - Clube Rádio Companhia - Nem vem

    1:03:38

    “Nem vem”, de Lydia Davis, foi o livro lido para o Clube Rádio Companhia em outubro! * Participaram do bate-papo: Enrico Sera, que apresentou o episódio; Thais Britto, assessora de imprensa da Companhia das Letras; Alice Sant’Anna, poeta e editora da casa; Taize Odelli, produtora de conteúdo; Branca Vianna, fundadora da @radionovelo e tradutora da obra. * Lydia Davis inaugurou um gênero literário para chamar de seu. O estilo desafia qualquer tentativa de classificação: não é exatamente poesia, nem conto, nem ficção, nem memória. “Nem vem” reúne 122 narrativas que se equilibram entre relatos de sonhos, passagens reescritas de Flaubert, cartas para gerentes de marketing, relatos de situações cotidianas, conversas entreouvidas e obituários locais. * Outras referências citadas durante o episódio: Tipos de perturbação (Lydia Davis): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13098 Eles eram muitos cavalos (Luiz Ruffato): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=87031 A fúria (Silvina Ocampo): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14506 Dez de dezembro (George Saunders): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13544 Manual da faxineira (Lucia Berlin): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13914 Como ser as duas coisas (Ali Smith): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13942 Garota, mulher, outras (Bernardine Evaristo): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14850 Poemas (2006-2014) (Luise Glück): https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14997 Stoner (John Williams): https://www.amazon.com.br/Stoner-John-Williams/dp/8567861144/ A tradução literária (Paulo Henriques Britto): https://www.record.com.br/produto/a-traducao-literaria/ The chair: https://www.netflix.com/br/title/81206259 * Para fazer comentários e sugestões, entre em contato pelo e-mail radio@companhiadasletras.com.br ou pelo WhatsApp (11) 94292-7189
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    #160 - Uma conversa sobre "Contra a moral e os bons costumes"

    1:13:01

    Perseguição e censura a veículos, como Lampião e Chana com Chana, fechamento dos pontos de encontro da comunidade, prisões, espancamentos e tortura. Com base na documentação dos anos de chumbo, em especial os arquivos da Comissão da Verdade, Renan Quinalha, professor, advogado e ativista, mergulhou nesses relatos e histórias para escrever “Contra a moral e os bons costumes: A ditadura e a repressão à comunidade LGBT”. * O livro, que faz parte da coleção Arquivos da Repressão no Brasil, disseca as políticas sexuais da ditadura brasileira, abordando o controle moral violento e repressivo direcionado aos grupos LGBT pelo aparato militar naqueles anos. * No episódio deste domingo da Rádio Companhia* — o podcast da Companhia das Letras —, reproduzimos um bate-papo** entre Quinalha e alguns convidados especiais: Erika Hilton, vereadora eleita pela cidade de São Paulo, James Green, historiador especializado em estudos latino-americanos, e Symmy Larrat, presidenta da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos). Com mediação da crítica literária e editora Rita Palmeira. * Por imprevistos técnicos, o Clube Rádio Companhia sobre “Nem vem — ficções”, de Lydia Davis, marcado para acontecer neste fim de semana, foi adiado. A edição, que ainda não tem previsão de publicação, deve ser lançada nas próximas semanas. * Por ter sido um evento ao vivo e on-line, alertamos para algumas falhas e possíveis intromissões no som ao longo do bate-papo.
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    #159 - Especial Luiz Alfredo Garcia-Roza

    1:01:09

    Em 2020, quando faleceu, o escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza foi reverenciado como grande mestre da literatura policial brasileira. A criação do delegado Espinosa, no premiado livro “O silêncio da chuva", revolucionou as narrativas de suspense publicadas no Brasil e ajudou a estabelecer as bases para uma geração de autores que seguiria suas pegadas. * Para celebrar os 85 anos do nascimento de Roza, a apresentadora da Rádio Companhia, Mariana Figueiredo (@mari_figue), recebe a escritora e psicanalista Livia Garcia-Roza, viúva do escritor, Marçal Aquino, autor de romances com “Eu receberia a pior notícia dos seus lindos lábios” e “Baixo esplendor”, além de um dos vários entusiastas e admiradores do carioca, e Mateus Baldi (@terraleste), escritor, crítico literário e editor do último livro de Roza, “A última mulher”. * * Vale anotar: NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA (23), estreia nos cinemas o filme de Daniel Filho inspirado em “O silêncio da chuva”. O thriller tem Lázaro Ramos (@olazaroramos) no papel do delegado Espinosa e Thalita Carauta (@thalitacarauta) como a investigadora Daia, e narra a saga dos dois personagens em solucionar o mistério que envolve a morte do executivo Ricardo, interpretado por Guilherme Fontes (@guilhermefontesofc), que é encontrado baleado sentado ao volante de seu carro, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. * Saiba mais sobre “O silêncio da chuva”: No centro do Rio de Janeiro um executivo é encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. É um morto de indiscutível compostura. Mas isso não ajuda: ninguém viu nada, ninguém ouviu nada.O policial encarregado do caso, inspetor Espinosa, costuma refletir sobre a vida (e a morte) olhando o mar sentado em um banco da praça Mauá. No momento tem muito sobre o que refletir. De um lado, um morto surgido num edifício-garagem; de outro, a incessante multiplicação de protagonistas do drama. Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir. * Apresentação: Mariana Figueiredo Edição: Paulo Júnior
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    #158 - Ney Matogrosso - A biografia: um bate-papo entre Julio Maria e Ney Matogrosso

    1:25:36

    Ney Matogrosso acaba de completar 80 anos, e a efeméride corresponde também à conclusão do trabalho do jornalista Julio Maria que, depois de longa pesquisa e quase 200 entrevistas, lança "Ney Matogrosso: A biografia" pela Companhia das Letras. * O livro vai às camadas mais profundas da história de Ney para entregar a vida de um artista que pagou caro por defender seu direito de ser livre. * Neste episódio da Rádio Companhia, você confere um bate-papo entre biógrafo e biografado. Para celebrar a chegada da obra às livrarias e lojas on-line, a Companhia das Letras, em parceria com o Sesc Pinheiros, promoveu um encontro especial entre os dois, com mediação da apresentadora Didi Couto, que está à frente do programa Metrópolis, da TV Cultura. * Saiba mais sobre “Ney Matogrosso: A biografia”: Aliado apenas à própria intuição, Ney Matogrosso abriu um caminho único na música brasileira. Enfrentou as intransigências do pai militar e os dogmas da Igreja católica, sobreviveu aos anos de chumbo e à sombra da aids, manteve-se firme diante das promessas de riqueza do showbiz, das críticas a seu "canto de mulher" e da vigilância das censuras. O jornalista e biógrafo Julio Maria passou cinco anos perseguindo a trilha de Ney para contar a história de um dos personagens mais transformadores da cultura do país. * Apresentação e edição: Paulo Junior
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    #157 - Loira suicida: uma conversa com Simone Campos e Taize Odelli

    47:10

    Em 1992, um livro de uma jovem autora californiana provocou um terremoto na literatura contemporânea. De um lado, muitos atacavam o que era visto como uma tentativa de chocar, do outro, críticos reconheceram ali uma voz original, de estilo impecável. * Marco do feminismo libertário americano, "Loira suicida", de Darcey Steinke, é uma espécie de diário no qual a jovem Jesse registra sua incursão pelos domínios mais baixos da San Francisco dos anos 1990. Filha de um ministro da igreja luterana, a protagonista do romance abre mão dos valores de classe média para seguir, ao lado do namorado bissexual, uma peregrinação por um submundo feito de drogas, bebida e sexo. * Para falar sobre as nuances e importância da obra, a Rádio Companhia desta semana traz a tradutora Simone Campos (@simon3campos) — também autora do recém lançado "Nada vai acontecer com você" — e a produtora de conteúdo Taize Odeli (@taizze). * Saiba mais sobre “Loira suicida”: Influenciada por todo um cânone de escritores marginais (Georges Bataille, Jean Genet, Alexander Trocchi, William S. Burroughs etc.) e dialogando com a literatura queer e noir dos anos 1980 e 1990 – e com autores como Virginie Despentes, Eileen Myles, Jean Rhys, Marguerite Duras, entre outros –, Darcey Steinke arma uma história a um só tempo melodramática e mordaz, honesta e intensa, em que os labirintos do desejo se chocam à euforia de uma época que parecia começar a girar irremediavelmente em falso. Um romance vigoroso sobre uma mulher e os descaminhos de uma furiosa busca por encontrar o seu lugar no mundo. * Apresentação e edição: Paulo Junior
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    #156 - Clube Rádio Companhia - Maria Bonita

    1:15:37

    “Maria Bonita”, de Adriana Negreiros, foi o livro lido para o Clube Rádio Companhia em agosto! * Participaram do bate-papo: Thaís Britto, que apresentou o episódio; Enrico Sera, do departamento de marketing; Daniela Duarte e Stéphanie Roque, editoras da casa; a cantora e compositora Karina Buhr; e a jornalista e roteirista Melina Dalboni. * Neste livro, Adriana Negreiros constrói a biografia mais completa até então daquela que é, sem dúvidas, a mulher mais importante do cangaço. Embora a mitificação da imagem de Maria Bonita tenha escondido situações de constante violência, ela em nada diminui o caráter transgressor da Rainha do Sertão. Com o tempo, ela transformou-se em uma marca poderosa, emprestando seu nome a centenas de pousadas e restaurantes espalhados pelo Nordeste, salões de beleza, academias de ginástica, cerveja, pizza, assentamento rural, música, bandas de forró e coletivos feministas.Enquanto a companheira de Lampião viveu, no entanto, essa personagem nunca existiu. A cangaceira que teve a cabeça decepada em 28 de julho de 1938 era simplesmente Maria de Déa: uma jovem de 28 anos que morreu sem jamais saber que, um dia, seria conhecida como Maria Bonita. * Outras referências citadas durante o episódio: “Heroínas negras brasileiras” (Jarid Arraes) - https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=55211 “Redemoinho em dia quente” (Jarid Arraes) - https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=28000603 “Samuel Wainer” (Karla Monteiro) - https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14019 “Três roteiros” (Kleber Mendonça Filho) - https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14835 “Pssica” (Edyr Augusto) - https://www2.boitempoeditorial.com.br/produto/pssica-527 “Tetralogia Napolitana” (Elena Ferrante) - http://globolivros.globo.com/livros/a-amiga-genial “Carniça e a blindagem mística” (Shiko) - http://shiko.lombra.org/ “A vida nunca mais será a mesma” (Adriana Negreiros) - Em breve na pré-venda “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (Glauber Rocha) - https://globoplay.globo.com/deus-e-o-diabo-na-terra-do-sol/t/khtjg7R5GW/ Sebastião Biano - https://open.spotify.com/artist/52zZm5Rh97zITkCNzUVe4f * Para fazer comentários e sugestões, entre em contato pelo e-mail radio@companhiadasletras.com.br ou pelo WhatsApp (11) 94292-7189
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    #155 - Lacan ainda: um bate-papo entre Betty Milan e Marco Antonio Coutinho Jorge

    41:18

    “Lacan ainda”, novo livro da psicanalista Betty Milan, que acaba de chegar às livrarias pela @editorazahar, traz um testemunho íntimo e raro da análise da própria autora com Jacques Lacan nos anos 70. A obra faz um relato dessa saga, desde a partida para França, passando pelo encontro, até o retorno ao Brasil. * Para marcar o lançamento, a Companhia das Letras promoveu um encontro entre Milan e Marco Antonio Coutinho Jorge, psicanalista, professor associado do Instituto de Psicologia da UERJ, diretor do corpo freudiano no Rio de Janeiro e responsável pelo texto da orelha do livro. * Na edição da Rádio Companhia desta semana, você confere o bate-papo imperdível de Milan e Coutinho Jorge. *⠀ Saiba mais sobre “Lacan ainda”: Neste livro, a escritora e psicanalista Betty Milan focaliza a forma revolucionária de Jacques Lacan trabalhar ―que subverteu a psicanálise, devolvendo a ela a virulência de seus primórdios ― e oferece um testemunho íntimo e raro da análise que fez com o Doutor, entre os anos de 1973 e 1978. * Vale conferir também: a série de vídeos do festival No Divã, realizado em 2020, com a participação de uma série de especialistas. Acesse: bit.ly/nodivã para ter acesso à playlist completa. * Apresentação e edição: Paulo Júnior
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    #154 - Especial Carolina Maria de Jesus e Casa de alvenaria

    34:56

    Em agosto de 2021, a Companhia das Letras dá início ao projeto Cadernos de Carolina, com a recuperação dos textos de Carolina Maria de Jesus, uma das maiores autoras brasileiras de todos os tempos, e o lançamento em dois volumes de “Casa de alvenaria”. * Para celebrar a obra de Carolina e a iniciativa — fruto de um desejo de restituir a autenticidade da voz dessa grande escritora — a Rádio Companhia traz um EPISÓDIO ESPECIAL sobre a autora. Participam da edição Zezé Motta, que lê trechos de “Casa de alvenaria”, Vera Eunice de Jesus, filha caçula de Carolina, e a escritora Conceição Evaristo, que, assim como Vera, faz parte do Conselho Editorial que supervisiona o projeto. * Saiba mais sobre “Casa de alvenaria”: Com edição integral, ampliada com conteúdo inédito e refeita a partir dos manuscritos originais da autora, este primeiro volume de Casa de alvenaria abarca os meses em que Carolina Maria de Jesus morou em Osasco (SP), em 1960, após deixar a favela do Canindé. Através deste testemunho precioso que borra as fronteiras dos gêneros literários, acompanhamos a recepção de Quarto de despejo, as viagens de divulgação, o contato frequente com a imprensa e os políticos, o desenvolvimento de seu projeto literário e seu desejo de ser reconhecida como escritora. * Apresentação: Mariana Figueiredo Edição: Paulo Júnior

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